Falsificador
O cidadão português Emílio da Conceição Domingos, 43 anos, foi preso em flagrante delito na quinta-feira, 22, quando tentava vender loiça falsa a alguns moradores do bairro do Prenda, mas foi solto esta quarta-feira depois de ser ouvido pelo representante da Procuradoria-Geral da República junto do Comando Municipal da Maianga.
Segundo uma fonte deste jornal destacada naquela unidade, o comerciante foi posto em liberdade provisória enquanto o processo estiver em andamento porque não chegou a vender. “O que aconteceu foi apenas uma tentativa de querer vender o produto, embora seja um crime, terá sido por isso que o procurador o mandou para casa a fim de aguardar a sequência do julgamento em liberdade”, explicou a nossa fonte.
Há duas semanas a Rádio Luanda dedicou especial atenção, no programa Kiandando, ao facto de existirem alguns cidadãos de nacionalidade portuguesa a enganarem as pessoas vendendo produtos falsos, facto que terá contribuído para que os moradores do Prenda denunciassem às autoridades policiais.
“Nós recebemos a denúncia de que este cidadão estava a tentar vender loiça de cozinha de porcelana e outros objectos falsos a um preço muito elevado, mas como já havíamos recebidos várias participações acerca do mesmo assunto deslocamos para lá uma patrulha que acabou por detê-lo no momento em que tentavam fazer o negócio”, frisou. Apesar de não conseguir detalhar se têm conhecimento do local onde o comerciante reside e se existe uma plano traçado para o controlarem enquanto estiverem a decorrer as investigações, a nossa fonte declarou que os dados do passaporte do acusado mencionam ele é um comerciante, filho de António Vieira e de Maria José da Conceição
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Eleidson Naval Santana e Barba-deaço eram tão amigos que até se
ajudavam a desfazer-se de brigas contra pessoas de outras paragens do
bairro.
O juiz-presidente da sessão, tenente general Cristo António Alberto,
revelou que dos mais de dez advogados de defesa dos 23 réus, apenas José
Ventura manifestou o desejo de consultar o processo. Só não lhe foi
facultado por causa dos constantes recursos que estavam vigentes.
O antigo comandante provincial de Luanda da Polícia Nacional, Joaquim
Vieira Ribeiro, terá achado que o malogrado Domingos Francisco João
“Joãozinho” pretendia denunciá-lo ao ministro do Interior e ao
comandante geral da Polícia, respectivamente Sebastião Martins e
Ambrósio de Lemos, por intermédio da sua ex-esposa Januária Miguel
Paulo, reeducadora da Cadeia Central de Viana.
A Polícia Nacional registou, entre 31 de Dezembro de 2011 e 1 de
Janeiro, 237 crimes diversos, mais 12 comparativamente a igual período
do ano transacto, de que resultaram a detenção de 226 cidadãos.
