A semana
Petróleo pode comprometer recuperação
Os preços altos dos combustíveis e a fraca procura das famílias está a dificultar a recuperação económica
O que se observa é que a procura por parte das famílias continua extremamente fraca, sendo que, elevados preços dos combustíveis pode penalizar ainda mais o seu poder de compra, reduzindo a procura por outros bens de consumo.
De facto, a evidência empírica de 2008 demonstra uma correlação extremamente negativa entre elevados preços de petróleo e a confiança dos consumidores. O paradoxo reside no facto de uma subida nos preços do petróleo geralmente estar associada à estabilização económica e a expectativas positivas nos mercados financeiros, principalmente nos mercados emergentes.
Não se pode, no entanto, descartar o facto de que a subida dos preços das commodities energéticas ocorre num momento em que os preços em outros sectores de actividade estão em queda ou em tímida recuperação, o que se repercute numa relativa estabilização do Índice de Preços do Consumidor, permitindo, deste modo, atenuar eventuais pressões inflacionistas.
Analisando regionalmente pode-se aferir que os EUA beneficiam da correlação positiva entre o dólar e o petróleo, na medida em que a fraqueza do dólar compensa parcialmente o impacto da subida dos preços do petróleo.
Na Europa, apesar dos combustíveis mais caros não facilitarem o crescimento económico, acabam por beneficiar indirectamente os agentes económicos europeus, que têm grandes fluxos comerciais e financeiros com as economias exportadoras de petróleo, principais beneficiadas de um cenário de alta de preços energéticos.
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A Agilyx, uma empresa localizada em Oregon, Estados Unidos, criou um
sistema para conversão de plásticos em petróleo, procurando assim “matar
dois coelhos de uma só cajadada”: conter a poluição gerada por resíduos
de plástico e minorar a eventual escassez de petróleo.
O projecto Plutão, Saturno, Vénus e Marte (PSVM), uma das estrelas da exploração em águas ultra profundas do off-shore angolano, acaba de receber um gigantesco navio de produção, armazenamento e descarga
O Millennium BCP informou formalmente, no passado dia 11 de Março, a
entidade reguladora do mercado de capitais português, “na sequência de
notícias que têm vindo a ser publicadas em diversos órgãos de
comunicação social”, que “a Sonangol Sociedade Nacional de Combustíveis
de Angola, Empresa Pública, comunicou ser titular, nesta data, de
685.138.638 acções, representativas de 14,59% do capital social do
Banco”.
