Conselho de Ministros
Aprovada liberalização do mercado petrolífero
Acabou o monopólio da Sonangol. Pelo menos foi isso que ficou subjacente, esta semana, depois de o Conselho de Ministros (CM) ter aprovado a liberalização do mercado petrolífero em todo o território nacional.
De acordo com o órgão colegial do Governo, o modelo de liberalização aprovado tem como objectivo o desenvolvimento do sector da refinação do petróleo, do armazenamento, do transporte e da distribuição, áreas anteriormente controladas pela Sonangol.
A notícia que foi recebida com bastante agrado pela classe empresarial nacional, e não só, mereceu algumas reacções.
Segundo alguns analistas, um dos efeitos positivos dessa posição governamental poderá se reflectir na diminuição das enormes filas de automóveis que se assiste nas bombas de combustíveis, aquando do abastecimento, tendo em conta a falta constante deste produto nos referidos postos.
Com a liberalização deste mercado, os analistas consideram que é necessário estabelecer um sistema de tarifas mais transparente que dignifique o processo da actividade de distribuição, de modo a garantir a cobertura nacional.
Tendo em conta que o negócio é bastante apetecível, os analistas ouvidos por O PAÍS, numa análise rápida, exortam o governo a absterse de adoptar “leis proteccionistas” que obstam ao desenvolvimento do mercado petrolífero.
“As entidades reguladoras devem ser independentes, sólidas e dispor de competências bem definidas”, dizem.
Acrescentam ainda que é necessário criar-se uma autoridade para pôr termo às eventuais especulações dos preços no mercado dos combustíveis”.
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A Agilyx, uma empresa localizada em Oregon, Estados Unidos, criou um
sistema para conversão de plásticos em petróleo, procurando assim “matar
dois coelhos de uma só cajadada”: conter a poluição gerada por resíduos
de plástico e minorar a eventual escassez de petróleo.
O projecto Plutão, Saturno, Vénus e Marte (PSVM), uma das estrelas da exploração em águas ultra profundas do off-shore angolano, acaba de receber um gigantesco navio de produção, armazenamento e descarga
O Millennium BCP informou formalmente, no passado dia 11 de Março, a
entidade reguladora do mercado de capitais português, “na sequência de
notícias que têm vindo a ser publicadas em diversos órgãos de
comunicação social”, que “a Sonangol Sociedade Nacional de Combustíveis
de Angola, Empresa Pública, comunicou ser titular, nesta data, de
685.138.638 acções, representativas de 14,59% do capital social do
Banco”.
