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Inaugurações

A Zona Económica Especial 
de Viana

Criada em 2005, numa área total de 8300 hectares, (próxima de zonas urbanas, como a cidade de Viana e as novas centralidades do Zango, Kilamba Kiaxi e Cacuaco, e do futuro aeroporto internacional e dos caminhos-de-ferro, a Zona Económica Especial de Viana (ZEE), foi projectada para albergar 73 fábricas, das quais oito — Angolacabos, Induplastic, Indutive, Mateletrica, Mangotal, Pivangola, Pepeline Angola e Vedatela — já se encontram em funcionamento, criando 9,4 mil postos de trabalho. A cerimónia de inauguração oficial coube ao Presidente José Eduardo dos Santos.


Dia de todas as inaugurações: Depois da ponte Kianda a comitiva presidencial dirigiu-se para Viana. Na foto o governador provincial está à esquerda do Presidente e o PCA da Sonagol à direita da primeira-dama

“A ZEE de Viana é um marco histórico para o desenvolvimento da economia nacional e para o relançamento da produção interna de bens e serviços”, afirmou. De acordo com o chefe de Estado, outras iniciativas semelhantes estão em curso nos pólos industriais de Futila (Cabinda), Soyo (Zaire), Catumbela (Benguela), da Matala (Huíla), na zona mineiro industrial de Cassinga (Huíla) 
e no perímetro agro-industrial de Pungo a Dongo (Malanje).

Segundo anunciou Manuel Vicente, 
o presidente da Sonangol, “até 2012, entrarão em funcionamento mais 17 novas unidades fabris”. Recorde-se que 
a transferência de responsabilidade do GRN (Gabinete de Reconstrução Nacional) para a Sonangol teve início 
em Abril de 2010. Hoje é a Sonangol que lidera a estratégia e a execução da ZEE de Viana ao nível  da cedência de instalações e recursos humanos qualificados, apoio técnico e logístico e recursos financeiros.

Manuel Vicente acrescentou que 
está garantida a entrada na ZEE de 
mais 53 empresas agro-industriais, industriais e de serviços, além 
de haver 20 contratos negociados 
e a aguardar assinatura e três contratos com negociação suspensos.

O responsável reconheceu que ainda existem alguns constrangimentos a resolver caso do abastecimento irregular de energia eléctrica, às infra-estruturas inacabadas e à necessidade de 
mão-de-obra qualificada e de parcerias tecnológicas. Mas ninguém duvida que 
a ZEE, modelo inspirado nas zonas económicas especiais de Shenzhen (na China), do Dubai, (nos Emirados Árabes Unidos), e de Manaus (no Brasil), dará 
um grande impulso à produção nacional 
e à diversificação da economia.

7 - 6 -2011
 
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Comentários

  1. leiria alexandre
    2012-05-22 00:24:41
    e um sacrilejio, e metudos melhor para minimizacao da exportacao de uma forma consumirmos tudo nacional e tambem nao so exportarmos tambem e dignificar os frutos da paz uma vez que tambem ja dei o meu contributo na criacao da zee-luanda-bengo desde a sua permanencia e a mudanca para sind, esta de parabens o execuctivo na pessoa do cota ze
  2. Carlos Filipe
    2011-10-17 08:14:34
    E de louvar, alias sabe se que o governo sempre evidou esforços para melhoria das populaçoes isto depois do fim da guerra. O importante e que estas empresas saibam gerir de forma mais eficiente como qualquer empresa privada, e expandir o markting e mershadising, para que informaçao chegue com rapidez ao consumidor angolano e estrangeiro.E necessario que o estado monitore os gestores para que as fabricas consigam produzir para o mercado angolano e externo. Yes we
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