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Basquetebol

Militares procuram pontuar na Cidadela

A segunda jornada da fase final do BAI Basket inscreve amanhã, no Pavilhão Anexo da Cidadela Desportiva, às 16 horas, o ASA 1º de Agosto.

Neste desafio, o favoritismo recai sobre a formação militar que na fase regular vergou o cinco aviador por 97-79.

O Clube Central das Forças Armadas tem argumentos para contrapor as intenções do adversário no seu reduto.

Para roubar os dois pontos, os militares são obrigados a manter a mesma toada de jogo sob pena de hipotecar as aspirações.

Os aviadores devem criar uma estratégia para contrapor o basquetebol do cinco do Rio Seco.

A equipa do aeroporto tem de circular mais a bola e explorar melhor os ataques, porque o cinco das Forças Armadas sabe aproveitar as falhas do adversário.

Os aviadores têm de ter eficácia no jogo exterior e montar devidamente os bloqueios defensivos e ofensivos.

O cinco militar não pode menosprezar a formação do aeroporto, apesar da crise financeira que os assola, sabem tombar os grandes.

Petro desloca-se a Cabinda

O Petro de Luanda joga com o Sporting de Cabinda no Pavilhão multiuso, às 18 horas.

Os petrolíferos são candidatos à vitória, face os problemas financeiros que afectam o plantel dos leões.

O treinador da equipa principal, Alberto de Carvalho “Ginguba”, abandonou temporariamente o comando técnico por razões financeiras.

Com estes indicadores, os tricolores podem obstaculizar o adversário no seu reduto.

A formação tricolor pretende arrancar os dois pontos ao adversário, porque tem os olhos virados à reconquista do título.

Para concretizar os seus objectivos, o cinco do Eixo Viário tem de ser mais eficaz nas jogadas defensivas e ofensivas.

A equipa petrolífera é superior à cabindense, tendo, no entanto, quetraduzir as orientações do técnico em pontos, sempre que estiver a atacar.

Os cabindenses vão tentar, no seu reduto, complicar ao máximo o adversário para reduzir a vantagem.

Árbitros estão de volta

Depois de uma greve relâmpago, os árbitros do BAI Basket retomaram as suas funções nesta quinta-feira com o arranque da fase final do certame no grupo A.

Os homens do apito decidiram, na altura, paralisar os trabalhos, pelo facto de não se ter pago na totalidade os subsídios referentes a fase regular do Campeonato Nacional.

Uma fonte ligada ao assunto revelou a O PAÍS que os árbitros estão cansados e que devem cumprir com os seus compromissos.

A fonte adiantou ainda que os árbitros gostariam que o órgão reitor da modalidade fosse mais cordato ao abordar esta questão.

De acordo com a fonte, a federação não quer assumir o passivo dos anos anteriores, porque não é da sua responsabilidade.

O mandato da federação está a terminar e como tal não vão assumir problemas que já encontraram aquando da tomada de posse em 2005, revelou a fonte.

O secretário-geral da Federação Angolana de Basquetebol (FAB), disse a O PAÍS que o órgão tem cumprido com a sua parte e não pode haver má fé da outra parte.

O responsável adiantou que em relação ao BAI Basket tudo tem sido cumprido.

Segundo o dirigente, quando Gustavo da Conceição tomou posse e com os patrocínios que recebem decidiram pagar os árbitros, porque alguns clubes não pagavam.

O dirigente frisou que este processo é anterior ao BAI Basket, mas estão a envidar esforços para resolver a situação.

Tony Sofrimento garantiu que, em relação ao campeonato Nacional, tudo está pago, sendo que houve apenas uma falha no processamento das folhas de pagamento.

Sebastião Félix
3 de Maio de 2012
17:25
 
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