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Universidades

Óscar Ribas

A Universidade Óscar Ribas terminou  o período de inscrições para os seus cursos e está a negociar a assinatura de um convénio com a Odebrecht para colocar os primeiros licenciados “O número de inscrições nas instituições privadas nem sempre cobre o número de lugares disponíveis para acesso dos estudantes e o exame de acesso agrava esta problemática, porque o número de aprovados fica aquém do solicitado.

Só temos maior aderência quando terminam as inscrições nas faculdades públicas”, começou dizer o secretáriogeral da Universidade Óscar Ribas, Madaleno Andrade.

O processo de inscrição na Universidade Óscar Ribas, propriedade do Grupo Pitabel, cujo órgão directivo é encabeçado pelo professor doutor Alberto Chocolate, durou um mês e terminou recentemente. Cerca de 3.500 estudantes vão frequentar o presente ano lectivo nesta instituição, onde um considerável número de candidatos preferiu os cursos de psicologia e gestão no período nocturno.

Dois anos depois da abertura, esta universidade mantém os mesmos cursos com os quais iniciou as suas actividades em 2007, nomeadamente nas áreas das Ciências Humanas e Sociais (Relações internacionais, Psicologia, Gestão e Direito) e Engenharia (Informática, Construção Civil e Electromecânica).

As propinas dos cursos de Ciências Humanas e Sociais custam 250 dólares e 280 para os de Engenharia. Os valores podem ser pagos em kwanzas.

As infra-estruturas da Universidade Óscar Ribas contemplam 23 salas de aulas (para 50 alunos cada) e as mais recentes, têm espaço para 100 alunos.

Existem ainda três anfiteatros, um deles em fase de acabamento para acolher 200 pessoas. Há também intenções de se construir um edifício de seis andares para alojar algumas turmas e serviços administrativos.

“Temos dois laboratórios de informática bem apetrechados e um de engenharia a ser concluído. Perspectivamos a curto prazo um laboratório de electrónica e mais uma biblioteca”, vaticinou Madaleno Andrade, acrescentando que “está em curso a negociação de um convénio com a Odebrecht para o estágio prático dos alunos”.

E o secretário-geral da Universidade Óscar Ribas adiantou: “A partir do terceiro ano, os estudantes vão beneficiar de aulas práticas e os mais destacados serão incorporados nos quadros desta empresa”.

Apesar de ter adquirido alguns autocarros para o transporte dos seus alunos, a direcção está desiludida  porque não têm sido utilizados.

A maior parte dos alunos possui viatura própria. “Adquirimos os autocarros que estão parqueados.

Constatamos que não será rentável pô-los a circular para apoiar meia dúzia de estudantes”, ironizou o secretáriogeral.

Alberto Bambi e Waldney Oliveira
14 - 4 -2009
 
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