

Era uma vez um sonho
O sonho de um grupo de investidores angolanos. Que acreditou que existia mais vida para lá da paisagem jornalística que se havia estruturado. Que embora proliferassem as plataformas de mídia, era possível fazer mais. Ou, ao menos, tentar
E começou a saga. Concentrar os recursos, mobilizar os meios, apelar às vontades
Foram meses nisto. Muitos e decisivos meses, de dias tresloucados e madrugadas de sonos ausentes.
Até que a meta se fez menos esquiva. O caminho menos sinuoso. Mas nem por isso fácil. O grupo de jornalistas, entretanto mobilizado a meados de 2008, aprendeu rápido que virar costas à luta ou eleger as dificuldades como escusa para o não fazer, rima pouco com a cultura mwangolê.
E assim, de peito aberto, partiu-se para a batalha. Rumo à conquista do sonho, por um jornalismo com a marca do bem fazer. Semanas de formação, domínio de recursos avançadíssimos na nova arte de fazer jornais, experiências, aprendizado intensivo , a selecção dos mais aptos, angústias e desesperanças, mas com a proibição explícita do fracasso, sempre.
Até que chegou Novembro, o de todas as decisões. O mês do país que O País promete servir
A contagem decrescente
A pressão. A ansiedade. A certeza de que o tempo de gestação chegara ao fim
Inexoravelmente
Hoje, sexta-feira 14 - afastado, à tangente, do mau augúrio das outras sextas - temos, enfim, jornal. A equipa que no aconchego da Casa Amarela viveu estes tempos frenéticos, esta deliciosa ousadia, aqui chegada, só pode dizer o que tem de dizer : Obrigado accionistas por acreditarem ! Vamos caminhar juntos.
“O surgimento do semanário O PAÍS é mais uma contribuição para o bom desempenho da comunicação social angolana e será, para os distribuidores e ardinas, mais uma fonte de rendimentos todas as semanas e uma nova fonte de informação. A sua linha editorial não é muito dura como os outros jornais, embora os ardinas gostem muito de matérias quentes, ou seja, aquelas que os outros jornais não conseguem trazer. Hoje os leitores querem ler a verdade"
No âmbito do seu plano de expansão, o Grupo Media Nova – proprietário de O PAÍS, Rádio Mais e TV Zimbo – coloca em circulação durante este mês uma nova plataforma, o Semanário Económico. O início do percurso da publicação chegou a estar programado para esta semana (quinta-feira) mas razões de força maior, levaram a um adiamento da cerimónia programada para o Hotel Trópico.

experimental, neste Domingo, 14, a partir do seu “quartel-general” em Talatona, município da Samba
Essa transmissão experimental é destinada apenas à área de Luanda.
As emissões experimentais estarão no ar de Segunda-feira a Domingo, das 17 horas à uma hora da manhã, num período máximo de três meses
Na sua grelha de programação, a TV ZIMBO reserva espaços para noticiários, programas de carácter informativo e formativo, desporto, entretenimento, “talk show”, concursos, cinema, séries de ficção, produção própria de ficção e programas internacionais. O principal serviço noticioso da TV ZIMBO irá para o ar à mesma hora que é emitido o Telejornal da TPA 1, numa clara demonstração de concorrência com a televisão estatal, até agora detentora do monopólio deste segmento da comunicação social em Angola
Apesar de a estação não se ter ainda instalado nos lares, o responsável máximo da TV ZIMBO, José Silva, não está preocupado com o facto de os telespectadores angolanos estarem habituados a ver outras cadeias de televisão, por intermédio da Multichoice.
Rádio Mais é a designação adoptada pela emissora radiofónica que vai ser aberta no próximo dia 28 de Novembro. É mais um dos projectos do Grupo Media Nova, a primeira holding de comunicação social em Angola, e está situada na rua 40, Projecto Nova Vida, em Luanda Sul. A Rádio Mais já se encontra em fase experimental. É só sintonizar 99.0. A inauguração acontece a 28 deste mês.
Ministro da Indústria inaugura maior gráfica do país
Fonte: Angola Press - Editado por AD
Friday, 14 November 2008
O ministro da Indústria, Joaquim David, inaugurou quinta-feira, em Luanda, a maior gráfica de Angola designada Damer, situada na zona sul de Luanda, em Talatona.
Na ocasião, o governante referiu que com a gráfica Damer, grande parte dos bens manufacturados fora do país como livros, publicidade impressa, cartões e cheques serão produzidos a nível local.
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