O soba grande dos Ombalas morreu há dois anos e ainda não foi enterrado. O seu corpo conservado com todos os cuidados dos mais velhos jaz erecto, na sua embala, sentado na cadeira tradicional, de olhos semi-cerrados, adornado dos muitos símbolos do poder longamente exercido, os pés nus assentes sobre a pele inteira de um leão submetido pela sua lança quando há muitos anos atrás fez prova da sua coragem e do seu mérito masculino, não só para se tornar um homem grande mas também herdeiro do trono que foi dos seus pais e tios, durante séculos.