



'Quando eu morrer, por favor, mantenham-no vivo, como se eu estivesse viva”.

Há dias quando passava por uma das ruas mais movimentadas do município de Viana lembrei-me dos tempos em que na cidade de Luanda era normal ver agentes da Polícia Nacional, muitos deles enquadrados nos serviços de fiscalização do Governo Provincial de Luanda, vandalizarem bens pertencentes às zungueiras e outros comerciantes.

O desporto nacional está a precisar de reparações. Sobretudo na capacidade dos clubes de se fazerem grandes, captando adeptos, comunicando com eles, exaltando a sua história e de constituir património que permita viver sem a absoluta dependência dos cofres do Estado.


Depois das folhas caídas, ressequidas, sem a vida verde, duas crianças, uma de três e outra de seis anos, a mais velha apanha uma folha grande, já com a cor da morte e alerta para o seu companheiro: «Olha, esta folha muito grande está bem grávida!»
