
O Presidente dos Estados Unidos, Barak Obama, foi galardoado com o prémio Nobel da Paz por ter trazido um novo paradigma para a política internacional.
“A sua diplomacia assenta no conceito de que aqueles que lideram o mundo devem fazê-lo na base de valores e atitudes que são compartilhados pela maioria da população mundial”, justifica o comité Norueguês do Nobel. O documento também refere ter dado “especial importância à visão e ao trabalho de Obama por um mundo sem armas nucleares”.
Pelos seus “esforços extraordinários” a favor da “diplomacia internacional”e da “cooperação entre povos”, a Academia distinguiu um Presidente que já demonstrou mas ainda não provou que vai levar a cabo até ao fim as “mudanças políticas” para um mundo de paz.
Visto como estímulo, por uns, e precipitado e imerecido, por outros, o prémio da Paz acabou por cair como uma “bomba” em alguns meios. Se, para uns, Obama tem demonstrado grande empenhamento num mundo mais justo, mais pacífico e tolerante, outros alegam que, a Academia não deve premiar declarações de intenções, mas obra.
O prematuro reconhecimento, segundo alguns, trará responsabilidades acrescidas à agenda difícil do presidente norte-americano, consideram outros.
Obama, que já repartiu o galardão com todos os que partilham a sua visão pacificadora, também se manifestou surpreendido por o prémio lhe ter sido atribuído.
Aos 48 anos - e menos de nove meses na liderança dos EUA - Barack Obama tornou-se o terceiro presidente norte-americano distinguido com o Nobel da Paz. O Nobel, atribuído anualmente, foi criado para premiar pessoas ou instituições que se distinguiram em determinadas áreas da sociedade: medicina, literatura, física, entre outras.
O galardão, no valor de 10 milhões de coroas suecas (quase um milhão de meio de dólares) é entregue no dia 10 de Dezembro, aniversário da morte de Alfred Nobel, o criador do prémio.
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A Royal Society, a instituição inglesa que criou as regras da moderna
investigação cientifica, faz 350 anos.
A sociedade foi a casa de
cientistas ilustres, como Isaac Newton e Charles Darwin, e 74 prémios
Nobel.
Hoje continua a financiar projectos de investigação pelo mundo
e a ser um exemplo para os mais jovens
Conhecido por músicas como “I Believe I can Fly”, “I Wish”, e “Fiesta”, R. Kelly é um dos músicos mais influentes do mundo. Estará em Luanda pela primeira vez, a convite da Unitel, num show
de apoio à Selecção angolana de basquetebol, que se encontra no Mundial da Turquia
É actor de profissão. Interpretou o personagem Mário na novela portuguesa “Deixa-me Amar”, emitida pela TVI. Em Angola, há apenas 5 meses, depois de toda uma vida longe da sua terra natal, ambiciona vir a fazer parte de projectos televisivos angolanos
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